Virgínia Fonseca, envolvida em diversas polêmicas nas últimas semanas - desde um suposto término com Vini Jr. até uma investigação envolvendo drogas em uma festa -, surpreendeu a web nesta sexta-feira (8) durante uma live no Instagram. A dona da WePink revelou que trata os filhos de maneiras diferentes e relembrou ainda que, no passado, acreditava ser menos amada pela mãe, Margareth Serrão, do que o irmão mais velho, William Gusmão.
A influenciadora admitiu ter dificuldades na hora de chamar a atenção de Maria Flor, de 3 anos. “Com a Maria Alice [de 4 anos], eu consigo chamar a atenção, eu consigo corrigir. Com a Flor, eu já tenho uma trava e eu não sei o porquê. Com o José Leonardo [de 1] também consigo chamar a atenção”, desabafou sobre os filhos que teve com Zé Felipe.
“A Flor eu não sei se é aquela cara que ela faz... Ela faz... [risos]. Tipo assim: eu brigo com a Maria Alice, e a Maria Alice me afronta. Eu brigo com a Maria Flor e ela fica assim ó [imitando a expressão da filha]”, acrescentou.
Na sequência, Virginia explicou que a diferença na forma de dar “esporro” não significa amar mais ou menos um dos filhos. “Mas aí você falar que eu amo mais a Maria Flor do que a Maria Alice? Não! Por exemplo, a Maria Alice fica mais grudada comigo. E eu consigo chamar mais a atenção dela do que da Maria Flor. É assim”, pontuou.
Por fim, a empresária confessou que, antes de se tornar mãe, acreditava que Margareth Serrão demonstrava mais afeto por William Gusmão. “Eu também sempre achei que minha mãe gostava mais do meu irmão. Mas não é. Depois que eu virei mãe, eu entendi. Não é isso. É que ela queria dar mais atenção para ele mesmo. E está tudo bem”, concluiu, aos risos.
De acordo com especialistas ouvidos pela BBC, ter um “filho favorito” pode ser mais comum do que muitos pais admitem, embora o tema ainda seja tratado como um tabu familiar. Um levantamento citado pela reportagem, realizado no Reino Unido pelo instituto YouGov, mostrou que até 74% das mães e 70% dos pais demonstram algum tipo de tratamento preferencial entre os filhos.
A psicóloga clínica Vijayeta Sinh explicou à publicação britânica que muitos pais acabam criando vínculos mais fortes com os filhos que “se parecem mais com eles” ou que representam, na visão deles, uma criação bem-sucedida. “Os pais tendem a favorecer o filho que seja mais parecido com eles, que os fazem lembrar de si mesmos”, afirmou.
Já a professora de psiquiatria Jessica Griffin ressaltou que sentir maior proximidade com um dos filhos não significa amar menos os outros. “O importante é lembrar que ter um filho favorito não significa que você ama menos os demais”, declarou à publicação britânica.
Segundo os estudos destacados pela BBC, muitas crianças sequer conseguem identificar corretamente quem seria o “preferido” da família. Em alguns casos, os especialistas apontam que a percepção de favoritismo pesa mais emocionalmente do que a realidade em si.